Cultura e reconhecimento em equipes de software

Be a Hero!

Ahh, o herói… A indústria de tecnologia adora essa figura!
As histórias das grandes empresas de tech sempre giram em torno desse ser (quase que) mitológico.

Ou vai me dizer que você não comprou a história do Mark Zuckerberg, que fundou sozinho sua rede bilionária aos 19 anos? Como não acreditar que a Apple é fruto exclusivo dos trabalhos de Jobs e Wozniak durante alguns finais de semana? E o Elon Musk, aquele cara que projeta e lança todos os foguetes, carros e placas solares da SpaceX e Tesla?

De volta à realidade, construir uma organização que tem a tecnologia como base é um desafio e tanto. Durante os meus anos de trabalho à frente de equipes de TI pude perceber como a comunicação é um desafio fundamental para as organizações.

“O mercado onde estamos é mais sociológico do que tecnológico, e depende mais na capacidade dos colaboradores comunicarem-se entre si do que comunicarem-se com máquinas” Tom DeMarco, em seu icônico livro “Peopleware”.

 

Reconhecimento

Tão difícil quanto a comunicação é o reconhecimento dos colaboradores ao se construir uma equipe. A quantidade de código produzido certamente não é um bom parâmetro para medir a produtividade de um membro; poderíamos falar sobre as dezenas de técnicas possíveis para se avaliar a produtividade de uma equipe de software, mas o fato é: não é nada simples.

Se já não é simples avaliar a produtividade, o que dizer do reconhecimento, tema tão importante para o colaborador… São raras as organizações que têm uma política definida de reconhecimento para seus colaboradores.

66% dos colaboradores estão propensos a deixar seu trabalho caso não se sintam devidamente valorizados. Entre os millenials, esse percentual sobe para 76%“, é o que aponta esse artigo da Forbes. Além disso, 54% dos gerentes seniores apontam que “é comum que sua equipe deixe o trabalho por falta de reconhecimento”.

Que o reconhecimento é essencial para motivar uma equipe de software, nenhum gestor duvida, e em uma equipe de software, oportunidades não faltam:

  • Tem aquele bug que é corrigido com um commit às 03:59 da manhã;
  • Tem aquela especificação que vem redondinha, pronta para ser implementada;
  • Tem aquela UX impecável, que parece simples para o usuário, mas que deu um trabalhão;
  • Tem aquele caso de teste que ninguém imaginava, mas a equipe de QA identificou antes de ir para produção;

 

No entanto, quantas dessas ações são realmente reconhecidas no dia-a-dia?

 

Peer Recognition 

Construímos, aqui na Points, uma plataforma para dar suporte ao reconhecimento dessas pequenas ações que constroem a cultura de uma empresa de tecnologia no dia-a-dia.

Como funciona?

Em nossa plataforma, todos os colaboradores – do estagiário ao CEO – recebem semanalmente uma quantia em moedas, como se fosse uma “mesada” virtual, para elogiar e reconhecer boas ações de seus colegas de trabalho!

  • Reconhecemos quando alguém bate as metas da semana em plena quarta-feira;
  • Reconhecemos quando alguém propõe uma melhoria ou inovação;
  • Reconhecemos quando fechamos um negócio em tempo recorde;
  • Reconhecemos quando alguém faz algo que não era de sua responsabilidade;
  • Nós reconhecemos qualquer tipo de ação que seja boa!

E ao dar moedas por uma boa ação, nós sempre usamos uma hashtag, para marcar um de nossos valores como organização. E quanto mais ações positivas acontecerem, mais reconhecimento virá!

Mas, o que fazer com as moedas que ganhamos?! Nós trocamos por recompensas! Sim! Prêmios pelo nosso esforço e nossos resultados!

Aqui na Points, temos uma listinha de coisas que podemos trocar  usando nossas moedas! Vai desde doação para ONGS, ingressos para o cinema (com pipoca!), crédito para o Uber e Netflix até mesmo cursos de especialização no Coursera.

 

Quer saber mais sobre como o Peer Recognition pode ajudar sua organização?

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